sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Casamentos arranjados ainda é um tentáculo da crise sentimental

Antigamente as pessoas não tinham liberdade de escolha em suas vidas sentimentais, onde o machismo predominante da época dava liberdade para os chefes de família, os homens, a escolherem os cônjuges para as suas filhas, e quando perguntamos para os mais velhos, que pararam no tempo, se aquele estilo de vida traziam a felicidade, eles, afirmam que se pudesse voltariam a praticar esse estilo de vida de não dar liberdade para os filhos escolherem com quem eles querem se casar!
Hoje em dia, existe uma abominação dessa nova geração quanto aquele estilo de vida, de o machismo intolerante e opressor dos pais determinarem os rumos sentimentais que os filhos deveriam tomar; mas se esquecem que a vida social continua sendo moldada para que aconteça a superação de um homem sobre outro homem e essa vida social não trouxe a liberdade sonhada, pois o fantasma dos casamentos arranjados ainda continua assustando as vidas das pessoas que ainda acham que o casamento, o rótulo de se estar casado, é a coisa mais importante da vida.
As pessoas hoje em dia seguem uma vida totalmente dependente de opiniões, elas esperam quem aconteça um pensamento e um estilo de vida para elas se inspirarem e tomarem para si aquela vida de quem elas tanto admiram, e essa vida social, dependente, não trouxe liberdade para ninguém. Quanto aos casamentos arranjados, eles mudaram apenas de algozes, que outrora eram os pais machistas que determinavam o cônjuge para as filhas, e hoje, quem determina esses cônjuges são os amigos e a concorrência que impõe o estilo de pessoa que um solteiro precisa se casar, e como esse solteiro vive numa sociedade sem liberdade de escolha, ele acaba aceitando a pessoa que foi determinada pela concorrência que também não teve liberdade para escolher a pessoa que as fariam felizes.

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